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19 de maio de 1999

Cientistas franceses desenterram fóssil do maior mamífero terrestre

Ao escavar um sítio arqueológico no interior do Paquistão, uma equipe de cientistas franceses descobriu, no mês passado, o esqueleto quase completo de um mamífero terrestre enorme, provavelmente o maior entre todos os que já habitaram o planeta. De acordo com o paleontólogo Jean Loup Welcomme, do Museu de História Natural de Paris, o animal viveu há 30 milhões de anos. Chamado de baluquitério, ele parece um cavalo de proporções gigantescas. Seu peso é equivalente ao de três elefantes africanos e a altura, à de três homens. O cavalão pré-histórico comia entre 1 e 2 toneladas de alimentos por dia, dieta de dez hipopótamos somados. Herbívoro, sua altura e o pescoço longo lhe permitiam alcançar os galhos das árvores mais altas.

O baluquitério é considerado um ancestral remoto do rinoceronte, embora não tivesse chifres. O primeiro fóssil da espécie foi encontrado em 1910, na província do Baluquistão, o mesmo lugar onde Welcomme fez sua descoberta. O pesquisador rastreou as montanhas de Dera Bugti, a 700 quilômetros de Karachi, no sul do país, durante cinco anos até localizar o bicho. O sítio das escavações era controlado por uma tribo e, apesar da autorização do chefe, a expedição teve de trabalhar com escolta armada. Agora, os ossos serão levados à França, para ser reconstituídos. Depois, voltam ao Paquistão, para exibição.

Os cientistas acreditam que o mamífero gigante surgiu na América do Norte e foi para a Ásia após cruzar o Estreito de Bering. A região onde foi achado é atualmente um deserto sem vida, mas existem indícios de que abrigou, há milhões de anos, uma densa floresta com fauna diversificada. A tese é reforçada por outros fósseis que os franceses desencavaram nas proximidades: restos petrificados de uma palmeira de 9 metros, dois tipos diferentes de crocodilo e um antepassado pré-histórico do porco.


Fevereiro de 2008
A Anatólia era considerada como estando isolada, como uma ilha, durante o Oligocénico, há cerca de 25 milhões de anos atrás. Estaria separada da Europa e da Ásia por um mar conhecido por Paratétis, cujos vestígios atuais seriam os mares Negro, Cáspio e Aral. A descoberta, em 2002, e confirmada por um trabalho publicado este mês, de um rinoceronte gigante, do gênero Paraceratherium na região de Cankiri-Corum (Anatólia central, Turquia), em sedimentos Oligocénicos, vem contrariar esta hipótese. De fato, bastou um fragmento de um rádio (que, completo, teria cerca de 1,2 m de comprimento), atribuído ao gênero Paraceratherium, para justificar a ligação / comunicação terrestre da Anatólia com a Europa e com a Ásia há cerca de 25 milhões de anos.

Estes herbívoros, também conhecidos por baluquitérios ou indricotérios, foram dos maiores mamíferos terrestres conhecidos, chegando a alcançar um peso entre 15 e 20 toneladas. Exemplares atribuídos também a este gênero gigantesco são conhecidos para o Paquistão, China, Mongólia e Kasaquistão – a hipótese de uma comunicação terrestre com a Ásia surge pois reforçada. Por outro lado, a não co-existência de qualquer vertebrado terrestre de grandes dimensões entre o Oligocénico da Anatólia e o do norte de África sugere uma separação com este continente.