As SS geralmente selecionavam prisioneiros, chamados kapos, para fiscalizar os restantes. Todos os prisioneiros do campo realizavam trabalhos e, exceto nas fábricas de armas, o domingo era reservado para limpeza com duchas e não havia trabalho. As severas condições de trabalho unidas à desnutrição e pouca higiene faziam com que a taxa de mortalidade entre os prisioneiros fosse muito elevada.
Foram mortas 5 milhões de pessoas no campo de Auschwitz e seu campo vizinho em Birkenau. O principal instrumento de matança nesses dois campos eram as câmaras de gás e as cremações em fornos. A maioria dos mortos eram judeus, homossexuais, ciganos, poloneses, soviéticos, doentes e comunistas - muitos morreram de fome, de trabalhos forçados, de doenças e de torturas.
O bloco 11 de Auschwitz I era a prisão dentro da prisão e ali se aplicavam os castigos. Alguns deles consistiam em confinamento por vários dias em cela demasiado pequena para sentar-se. Outros eram executados, pendurados ou deixados a morrer de fome.